Chuva de animais, um fenômeno de celebração da alta magia

Eu descansando e papeando com uma gatinha depois de um cooper em volta da praça das sequóias Rentrik no caer mum-ha Boullevard
Muita gente que me procura me pergunta sobre este assunto, então estou aqui para esclarecer de uma vez por toda o que é este fenômeno.
Há uma grande variedade de teorias que, evidentemente, sequer se aproximam da verdade real, a qual apresentarei adiante. Entretanto, vale a pena darmos uma olhada em tais especulações para que o leitor inteligente observe o quanto são infundadas.
Diz uma certa enciclopédia, de forma desinformada, que:
“Chuva de animais é um evento satânico, resultado de uma mandinga brava, um trabalho forte feito numa encruzilhada e com o objetivo de atemorizar as pessoas na face da Terra.
Ora, embora afirmem os supostos cientistas que a chuva de animais não passa de um simples fenômeno meteorológico relativamente raro, é mais do que lógico que a chuva de animais é um ato bizarro, uma maldição do tinhoso que assola a raça humana desde os tempos mais remotos. Arca de Noel teria salvo as águas de um grande dilúvio de animais…
Até o ano em que a Dercy Gonçalves nasceu o século XXX a.C., não haviam relatos de chuvas de animais em qualquer parte do mundo. O primeiro relato de uma chuva de animais é encontrado na Bíblia, no livro de Gênesis,
onde é narrado que logo após o dilúvio, toda a água e também os animais que não foram salvos na arca evaporaram, e Noé novamente pôde pisar em terra seca.
Em Gênesis 6:17 lê-se: Porque eis que eu trago um dilúvio de águas gatos sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará aspirará.
Tradução interpretada das Escrituras Sagradas

Caso real de chuva de animais. Um absurdo esse senhor acreditar que está a salvo com um guarda chuvas comum.
A ideia a princípio era evaporar todos os gatos da face da terra e fazê-los chover sobre a cabeça do povo iníquo.
O ato de evaporar gatos acabou não sendo aplicada naquela ocasião, mas foi aproveitada em outra oportunidades.
Essa mesma crença justificaria o hábito do cheiramento de gatinhos entre o povo judeu, que depois se espalhou pela Europa, Ásia e Oceania, e mais 24 territórios.
O Primeiro caso no Japão comprovado.
Crer ou não crer. Esse foi o dilema apresentado aos tripulantes de uma lancha patrulheira russa ao resgatar os naúfragos de um pesqueiro japonês: – “Uma vaca caiu do céu e afundou nosso barco”, tentaram explicar os pescadores em desgraça ao serem resgatados. Ante a dúvida, os russos decidiram prendê-los.
A história chegou a ser publicada pelo diário Komsomolskaja Prawda, há uns seis meses, numa pequena seção de notícias insólitas, do tipo “Acredite se quiser”, e causou o riso em milhares de russos que acreditavam que aquilo
era conversa fiada dos japas. Mas com o tempo descobriu-se que o conto dos pobres náufragos japoneses era real.
Não só isso: a vaca que caiu do céu russo e afundou o pesqueiro japonês figura num relatório da Embaixada alemã em
Moscou que tem um título muito sugestivo: “A segurança no céu da Rússia”. O relatório foi enviado da embaixada em Moscou à chancelaria alemã em Bonn em 24 de abril passado e é assinado por um alto oficial da embaixada, Oberst Harden.
O diário alemão citando o relatório da embaixada. “A grande falta de sorte dos pescadores japas que viram a chuva de vacas e uma delas enviar seu barco para o fundo do mar”.

Criadora e criatura nos amassos em pleno Planalto!!
O referencial Bruxosetenteiumista
V.P. Clotilde LXXI,(exímia bruxa televisiva mexicana) irmã mais nova de Bento XVI e suposta responsável por mais de 666 chuvas de gatos. Entre os clotildianos existe a crença de que as chuvas de animais são resultado de um feitiço de sua mestra, a Bruxa do 71. Segundo seu livro sagrado, Les Admirables secrets d’Clotild — la Brujah, “Vossa Profanidade Clotilde LXXI” clama ser a responsável por chuvas de animais no Acre, Pindamonhangaba e Acapuco, além de outras 666 cidades.
Atribui-se ainda, a D. Clotilde, a segunda praga do Egito Pernambuco do Norte:

Que olhos poderosos tem a grande bruxa setenteiumista, não mais poderosos que os meus, lógico!
Haja sangue em toda a terra do Egito Norte de Pernambuco, até nas árvores e nas pedras.
Êxodo Secrets d’Clotild 7:19
A hipótese mais aceita é de que Satanás, seu gato, dê cria seja clonado magicamente, e que os animais clonados sirvam de matéria-prima para a chuva. Entre os céticos, isso não passa de falácia, o que explicaria a alcunha de D. Clotilde.
Bruxa do 71 seria uma contração de “Bruxa do 171″ (muitos reduzem o 171 a, simplesmente 71), ou seja, Clotilde seria uma bruxa de araque.
A hipótese da festa no céu (grande proximidade com a verdade)
Nesta hipótese, conta-se que Zeus, Dioniso, Apolo e tua mae arrumaram uma festa de arromba. Ao longo da festa conta-se que Zeus, irado coma presença de muitos penetras, acabou jogando todos estes animais, incluíndo você. Que história pra boi dormir.

Gato de estimação da nasa, o legítimo gato flutuante.
A hipótese dos dispositivos antigravidade amanteigados agindo sobre felinos (erro: só se aplica a felinos)
Nesta hipótese, conta-se que os gatos de uma sociedade muito mais esperta que você inventou um 웃 que amarra pão com manteiga nas costas dos gatos mais burros e joga eles do avião. Dai eles ficam flutuando e girando no ar até a corda arrebentar e os gatos burros caem no nariz das pessoas.
Esta é uma quase variante da técnica do gato flutuante, ambas fundadas em teorias de física respeitadíssimas e leis de ewton e Gravidade universal e toda essa parafernália. Acredito que até a gravidade quantica esteja envolvida nessa conspiração.
Vai saber…
A verdade exposta pelo grande e abençoado sábio Druida do cerrado a respeito deste fenômeno: Lembrem-se, expor este e outros mistérios é a razão de existir de nosso blog e meu dever cósmico:
A chuva de animais ocorre toda vez que o deus korn está manifestando seu desapreço à falta de sensibilidade humana

Exemplo da verdade
para assuntos de convergência ortodoparadoxial relativa a cotenóides hiperbólicos em hiperespaços ortogonais multidimensionais. Dessa forma, sempre que korn vai ao sanitário sagrado dos deuses, ao dar descarga, forma-se uma nuvem de animais condensados que, no momento apropriado, vira chuva. O tipo de animal a cair depende muito da refeição anterior que korn tenha feito. Em casos extremos, quando o referido deus se irrita, podem chover animais híbridos como jackalopes, centauros, torcedores do corintians ou ornitorrincos.
Assim, meus seguidores fiéis, fica esclarecido mais um grande mistério existencial desse mundo de vãs filosofias.
Assim seja,
ass. Druida do cerrado, sabedoria Colossal agora tb em blog!
ps. Sei que alguns de vocês estão aguardando ansiosamente por alguma receita de magia , então, no próximo post ensinarei uma magia forte para um determinado propósito aí.
Aguardem!